Farmacogenética

Seu DNA pode ajudar no seu tratamento com diferentes medicamentos.

Pessoas diferentes podem responder de maneira diferente ao mesmo medicamento. Isso acontece, entre outros fatores, porque as variações genéticas de cada um podem modificar a forma como o organismo metaboliza, transporta ou responde aos medicamentos.

O que é farmacogenética?

A farmacogenética estuda essas diferenças e utiliza informações do DNA para auxiliar, quando existe evidência científica suficiente, na escolha do medicamento e da dose mais adequada para cada paciente.

Conhecer o perfil genético pode ajudar a tornar determinadas decisões terapêuticas mais individualizadas, seguras e baseadas em evidências em diversas áreas da medicina, como psiquiatria, oncologia, cardiologia e outras áreas afins.

Como o perfil genético pode ajudar no tratamento

O conhecimento do perfil genético pode, em situações específicas:

  • auxiliar na escolha de determinados medicamentos;
  • orientar a dose de alguns tratamentos;
  • reduzir o risco de determinadas reações adversas;
  • evitar tratamentos potencialmente menos adequados;
  • contribuir para uma terapia mais individualizada.

Exames de farmacogenética realizados no Genoprimer

  • Hipersensibilidade ao Abacavir (HLA B*57:01);
  • Metilação no gene MGMT;
  • Painel de Farmacogenômica (Cardiologia, Neuropsiquiatria e Oncologia);
  • Painel Farmacogenômico para Neuropsiquiatria;
  • Polimorfismo no Gene DPYD e DPD.

Como os resultados devem ser interpretados

No Genoprimer, acreditamos que o conhecimento genético pode contribuir para uma medicina cada vez mais precisa, personalizada e baseada em evidências científicas. Devemos ressaltar, porém, que o teste farmacogenético não determina sozinho qual medicamento ou tratamento deve ser utilizado. Os resultados devem ser interpretados por profissional habilitado e considerados em conjunto com o diagnóstico, as características clínicas, os medicamentos em uso e as demais informações do paciente.

Perguntas frequentes

Entre outros fatores, porque as variações genéticas de cada pessoa podem modificar a forma como o organismo metaboliza, transporta ou responde aos medicamentos. A farmacogenética estuda exatamente essas diferenças.

Em diversas áreas, como psiquiatria, oncologia e cardiologia, sempre que existe evidência científica suficiente para orientar a escolha do medicamento ou da dose com base no perfil genético do paciente.

Não. O resultado é uma informação adicional para o médico: ele deve ser interpretado por profissional habilitado e considerado em conjunto com o diagnóstico, as características clínicas, os medicamentos em uso e as demais informações do paciente.

Pesquisa de mutações nos genes KRAS, EGFR e BRAF (V600E), genotipagem de IL28B e UGT1A1, metilação do gene MGMT, perfil farmacogenético para tamoxifeno, perfil para risco cardiovascular, perfil psicofarmacogenético e sensibilidade a codeína e a varfarina.

Referência: Morris SA, Alsaidi AT, Verbyla A, et al. Cost Effectiveness of Pharmacogenetic Testing for Drugs with Clinical Pharmacogenetics Implementation Consortium (CPIC) Guidelines: A Systematic Review. Clinical Pharmacology & Therapeutics. 2022;112(6):1318-1328. doi:10.1002/cpt.2754

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